Carro Automático dicas para uma boa condução

 Câmbio automático e automatizado são coisas diferentes!

É preciso entender a diferença entre câmbio automático e automatizado. O primeiro possui conversor de torque e não tem embreagem. Já o segundo, possui embreagem, a diferença é que no automatizado, ao invés do motorista operar o sistema, há um computador operando.


Nunca engate o R ou P com o carro em movimento

Não estamos falando do caso em que o carro está em alta velocidade e alguém inventa de engatar a ré. O problema é o veículo estar se deslocando devagar, quase parando em um engarrafamento. Se, em um manual, já daria para puxar o freio de mão ou colocar a ré para manobrar, isso seria um tranco para o câmbio automático.


Use o freio motor

Não engate o neutro (N) em declieves, ele é como a “banguela” (ou ponto morto) de um carro manual. Isso coloca uma exigência maior nos freios, que vão ter que segurar o peso do veículo sozinhos. Por isso, deve-se manter o drive (D) o qual vai colocar em uma marcha mais forte, como a terceira ou quarta. Assim, a caixa de marchas vai ajudar a segurar o carro, o que se chama “freio motor”. A prática também evita o desgaste anormal da caixa, já que, na maioria dos casos, o N interrompe sua lubrificação.


Para estacionar em um morro, primeiro é o freio de estacionamento

Quando se estaciona um carro automático em um morro, subida ou descida, há um detalhe importante que deve ser observado. A primeira ação é acionar o freio de estacionamento (o freio de mão) e, só depois, colocar a alavanca na posição P (Parking). Mas, na hora de sair, a operação se inverte: primeiro, deve-se colocar a alavanca em D (Drive) e, só depois, solta-se o freio de mão. Obedecer essa sequência é fundamental para evitar que a alavanca do câmbio automático trave na posição P devido ao peso do veículo.


Fontes:

autopapo.uol.com.br

quatrorodas.abril.com.br






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